Um poema para Charlie Brown
“Pois é, Charlie, você não veio ao meu encontro
Fico a imaginar se dormiu e passou do ponto
De devaneios sobrevive nos tempos atuais
Bem sabe que me ama de outros carnavais
Sequer tentou
Sua garotinha ruiva se afastou
Querido Minduim
Se ainda quiser a mim, escute
Pode ser que eu mude
Tanto que sou capaz de querer algo banal
Já não sei se sou dessas
Para gostar de um fraco com crise existencial”
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